Dentadura já foi a única opção. Hoje não é mais.
A prótese protocolo devolve a arcada inteira sobre implantes: dentes fixos, parafusados, que não saem para limpar, não usam cola e não se soltam quando você ri. Na Clínica Dentista da Família, quem conduz a reabilitação é o Dr. Diego — e tudo começa por uma avaliação que explica o seu caso antes de qualquer decisão.
Ficar sem os dentes cobra um preço que ninguém soma
Começa pela comida. Sem dentes firmes, a mastigação perde eficiência e a alimentação vai se estreitando — o que é mole, o que é fácil, o que não dói. A literatura odontológica associa a perda dos dentes a prejuízo nutricional exatamente por isso.
Depois vem o osso. Sem raiz para estimular, o maxilar e a mandíbula vão reabsorvendo. Isso altera o contorno do rosto e produz aquele aspecto envelhecido que a dentadura tenta disfarçar e não consegue — porque ela apoia na gengiva, não no osso.
E tem o que ninguém comenta em voz alta: parar de rir de boca aberta, desviar da foto, recusar almoço fora com medo da prótese se soltar. Os estudos chamam de isolamento social progressivo. Quem vive chama de vergonha.
A dentadura resolve a aparência por algumas horas. Ela não devolve a mordida, não segura o osso e não sai da sua cabeça.
Pacientes de Aracruz contam como foi
Sem roteiro e sem promessa. São pessoas da cidade falando do próprio tratamento — o que sentiram, quanto tempo levou e como está hoje.
Vídeos publicados no canal da clínica, com autorização dos pacientes. Procedimentos realizados pelo Dr. Diego Rocha — CRO/ES 6423. Cada caso é único: o que serviu para uma pessoa não define o que serve para você. Os vídeos só carregam depois que você clica em play.
Uma arcada inteira, presa ao osso
Em vez de uma prótese que descansa sobre a gengiva, alguns implantes de titânio são instalados no osso e servem de base para uma arcada completa, parafusada sobre eles. Quem tira e recoloca para higienizar é o dentista, na manutenção — não você, em casa.
Não sai da boca
Sem cola, sem tirar para dormir, sem aquele susto de sentir a prótese ceder no meio de uma conversa ou de uma refeição.
Trabalha o osso
Os implantes voltam a transmitir a força da mastigação para o osso, que a ausência das raízes tinha deixado de estimular.
Mordida de verdade
Força de mastigação apoiada em implantes, e não na gengiva. É o que muda o que você consegue colocar no prato.
Gente daqui, voltando a sorrir
Casos conduzidos pelo Dr. Diego Rocha na clínica. Identidades preservadas.





Imagens divulgadas com autorização dos pacientes. Procedimentos realizados pelo Dr. Diego Rocha — CRO/ES 6423. Cada caso é único; resultados variam conforme a condição clínica de cada pessoa.
As perguntas que você faria se estivesse aqui na cadeira
A cirurgia é feita com anestesia local — durante o procedimento você não sente dor. Depois é comum haver inchaço e desconforto por alguns dias, parecido com uma extração, e você recebe orientação exata do que esperar e como controlar. Quem usa dentadura há anos costuma comparar: o desconforto de alguns dias tem fim: o da prótese que machuca, não tinha.
Essa é a frase que mais faz gente desistir antes da hora. Quem usa dentadura há anos costuma ter perda óssea mesmo — mas "pouco osso" não é sinônimo de "impossível". Existem técnicas que trabalham com o osso disponível e existem casos que pedem enxerto. O que define não é opinião: é o RX panorâmico digital, que a gente faz aqui na clínica, no dia da avaliação. Antes desse exame, ninguém tem como te responder com honestidade.
Depende de quantos implantes o seu caso pede, da condição do osso e do tipo de prótese — por isso ninguém sério te dá preço por telefone. O que a gente faz é diferente: examina, mostra as opções que servem para você e apresenta o valor de cada uma por escrito, para você decidir em casa, com a família, sem ninguém ao lado empurrando.
O protocolo aqui é feito em etapas: primeiro os implantes, depois a prótese fixa, respeitando o tempo de integração ao osso — em geral alguns meses. Você não fica sem dente durante o processo: existe uma solução provisória para o período, e ela entra no cronograma que o Dr. Diego te apresenta na avaliação, por escrito, antes de você decidir qualquer coisa.
Muita gente que senta aqui diz isso. É por isso que a câmera intraoral fica ligada: você vê o que a gente vê, e a gente explica cada passo antes de fazer. Medo costuma ser falta de informação.
Da avaliação até os dentes fixos
Avaliação
Exame clínico, RX panorâmico digital e câmera intraoral — tudo aqui, no mesmo dia.
Plano de tratamento
As opções para o seu caso, com etapas, prazos e valores, por escrito.
Cirurgia
Instalação dos implantes com anestesia local, em consultório, na quantidade que o seu caso pedir.
Integração
Os implantes se unem ao osso ao longo de alguns meses, com acompanhamento — e com solução provisória para você não ficar sem dente.
Prótese fixa
A arcada definitiva é parafusada sobre os implantes, ajustada à sua mordida, à sua fala e ao seu rosto.
O nome veio das famílias de Aracruz
Desde 2012 é comum a gente atender pai, mãe e filho da mesma casa — foi daí que nasceu o nome da clínica. Aracruz é onde a gente mora, e são os vizinhos daqui que sentam nessa cadeira.
Equipe da casa
Profissionais que atendem em Aracruz e acompanham cada caso de perto, do diagnóstico à coroa.
Diagnóstico na hora
RX panorâmico digital e câmera intraoral na própria clínica. Sem ir a outro lugar tirar exame nem voltar outro dia para saber o resultado.
Onde
Av. Venâncio Flores, 1137
Aracruz — ES
Quando
Seg a Sex: 8h30–18h
Sábado: 8h30–12h
Ainda com dúvida se o implante serve para você?
É exatamente para isso que existe a avaliação. Sem compromisso de fechar tratamento.
O primeiro passo não é a cirurgia.
É descobrir o que dá para fazer.
Na Clínica Dentista da Família, o Dr. Diego examina, mostra na tela o que ele está vendo e te entrega o plano por escrito. Sem compromisso de fechar nada: o diagnóstico é seu, mesmo que você escolha não seguir com a gente.
Av. Venâncio Flores, 1137 — Aracruz/ES